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Vasco enfrenta o Libertad na casa do chefe da Conmebol

Felipe sabe que a pressão vai ser grande
Além do jogo da Libertadores que, por si só, já promete fortes emoções aos torcedores, o Gigante da Colina entrará em campo nesta quarta-feira, às 22h, contra o Libertad, líder do Grupo 5, com seis pontos, ciente de que a atmosfera fora das quatro linhas também poderá ter papel fundamental na disputa. No Estádio Nicolas Leoz, o próprio, que é presidente da Conmebol desde 1986 e torcedor do time da casa, e o presidente do clube, Horacio Cartes, costumam exercer seus poderes políticos.

A cerca de 8 km da sede da Conmebol, organizadora dos torneios entre clubes dos países da América do Sul, o local da partida é acanhado e não chega a intimidar. Nem mesmo a torcida adversária parece preocupar. Mas a dupla que não entra em campo é a que mais chama a atenção.

Com o apoio de Nicolas Leoz, chefão do futebol no continente e ex-presidente do Libertad, Cartes assumiu o clube e acabou com um jejum de 26 anos sem títulos. Há cinco temporadas, o Libertad se tornou potência no país. E a influência de Leoz é nítida nas ruas de Assunção. Além do estádio, o museu do futebol sul-americano, inaugurado em 2009, e um centro de convenções também foram batizados com o nome dele.

Se não bastasse tanta pressão fora de campo, o Vasco, que somou apenas três pontos nas duas primeiras rodadas, não vence uma partida oficial em território estrangeiro, há nove jogos. O time, entretanto, está focado no que pode fazer dentro de campo para mudar esse cenário.

Um dos mais experientes do grupo, o goleiro Fernando Prass reconhece que a pressão política fora das quatro linhas existe nos jogos do Libertad em casa. Porém, garantiu que o Vasco vai impor seu futebol.

“Não podemos ser inocentes de achar que isso não tem importância em um momento como este. Mas temos de deixar essas coisas fora de campo. Teremos 90 minutos para mostrarmos que um jogo é decidido dentro das quatro linhas”, afirmou o goleiro.

Fonte: O Dia On line

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