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Vasco joga retrancado e perde decisão da Taça Guanabara

Venceu quem buscou a vitória
Jogando o tempo todo recuado, e sem conseguir encaixar um contra ataque, o Vasco viu escapar, a Taça Guanabara de suas mãos. A tática de se defender quase deu certo, não fosse o gol do adversário aos 35 minutos do segundo tempo. O Gigante da Colina tinha a vantagem do empate por ter tido melhor campanha na primeira fase. Mas a insistência dos alvinegros foi recompensada, no final, garantindo assim o título da Taça Guanabara.

O primeiro tempo foi truncado, de muita marcação e de faltas. Com a vantagem de poder empatar, a tática do Vasco era clara: esperar o rival e apostar nos contra-ataques. O Botafogo tinha maior posse de bola, mas esbarra no bloqueio vascaíno (o Gigante marcava em seu campo com três linhas formadas). O jeito foi explorar as bolas paradas, mas não surtiu efeito.

O Vasco quase abriu o placar em jogada pela direita, na primeira chance de gol  do jogo. Lançado pela ponta, Eder Luis cruzou para Carlos Alberto, que, na pequena área, conseguiu mandar para fora. A resposta do Botafogo foi em falta cobrada por Lodeiro. Alessandro espalmou.

O jogo era amarrado, mas houve um momento, depois de um bom toque de bola, que Fellype Gabriel invadiu a área, mas finalizou para fora. Depois, Lodeiro testou Alessandro em nova cobrança de falta, mas o placar permaneceu inalterado.

O Botafogo voltou para o segundo tempo mais ofensivo, com Vitinho no lugar de Marcelo Mattos. Fellype Gabriel foi recuado para atuar como volante. O Fogão logo assustou em cobrança de falta. Bolívar apareceu livre e obrigou Alessandro a salvar. Porém, o zagueiro estava impedido e o lance foi invalidado.

Em novo lance de ataque. Lodeiro apareceu como centroavante, mas Alessandro agiu como zagueiro e cortou a bola com pé. O Botafogo reclamou de pênalti, mas o goleiro tocou na bola e depois trombou com uruguaio. A arbitragem deixou o jogo seguir. Oswaldo de Oliveira fez mais uma mudança: Bruno Mendes entrou no lugar de Rafael Marques.

O Vasco não conseguia encaixar o contra-ataque. Bernardo fez fila e tocou para Carlos Alberto, mas o meia demorou e a jogada não prosseguiu. O lance gerou um desentendimento entre os jogadores vascaínos. Gaúcho fez a primeira substituição. Thiago Feltri saiu para a entrada de Fellipe Bastos. Wendel foi deslocado para a lateral esquerda.

O tempo era aliado do Vasco, que por pouco não abriu o placar. Eder Luis cruzou, e Carlos Alberto emendou de voleio. Jefferson salvou e mandou para escanteio.

Até que a insistência do Botafogo enfim foi recompensada. Aos 35 minutos, após blitz, a zaga do Vasco não conseguiu cortar cruzamento. A bola sobrou para Bolívar na área. O zagueiro rolou para Lucas. De primeira, o lateral-direito chutou no canto esquerdo de Alessandro: 1 a 0.

Logo a seguir, o Vasco chegou a balançar a rede. Fellipe Bastos cobrou falta, Jefferson deu rebote, e Renato Silva marcou, mas o gol foi anulado. O zagueiro estava adiantado. Em busca do empate, Gaúcho lançou a dupla que fez a diferença na semifinal contra o Fluminense: Dakson e Romário. Saíram Bernardo e Wendel.

Foi a vez de Oswaldo reforçar a marcação. Ele colocou André Bahia no lugar de Lodeiro. O Botafogo ainda levou um susto no fim, mas Jefferson defendeu falta cobrada por Fellipe Bastos e assegurou a conquista da sétima Taça Guanabara de sua história.

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